A IA não é uma bolha que rebenta — é uma gota que se infiltra

“Se há algo que pode estourar, não é a IA — é a ilusão de que tudo continuará como antes”, escreve Bernardo Mota Veiga, que compara o modelo de negócio da Inteligência Artificial com o do início da Internet para concluir que ele é muito diferente. “O risco da IA não é sobre se vai ter clientes — é sobre se vai ter produto. Quem tiver produto, terá clientes dispostos a pagar por mês, por ano, por click ou por byte”, escreve. “O cliente já não é um alvo estatístico — é um utilizador com agência, disposto a pagar por soluções”

O ouro já não é ouro e a bitcoin já não é bitcoin

Por ano, são produzidas cerca de 3610 toneladas de ouro. Destas, 380 vêm da China, 330 da Rússia, 284 da Austrália, 158 dos Estados Unidos, 202 do Canadá, seguindo-se Gana, México, Indonésia, Peru e Uzbequistão na casa das 140 toneladas, e restantes países abaixo, entre os quais o Brasil com 84 toneladas. Mas quando olhamos para as reservas […]

Viseu: houvesse uma estratégia e o mundo seria nosso

O problema não está nos projetos em si — está na ausência de uma visão que os articule. Um mega-complexo desportivo, um centro de espetáculos, um plano de industrialização, ou uma aposta na mobilidade aérea só fazem sentido se estiverem alinhados com uma estratégia clara para a cidade. Sem isso, são peças soltas num puzzle que nunca se completa.