Atmospheric Holographic Computing: A speculative Physical Framework for Mass-Free Information Processing with Unified Write-Compute-Read via Holographic Field Closure

DISCLAIMER: This paper is explicitly speculative. It does not present experimental data, nor does it claim to derive results from established theory. It proposes a conceptual framework — grounded in known physics — as a thought experiment and hypothesis generator. The author is an engineering physicist by training who has spent two decades in strategic management in the energy sector. This work represents a return to physical intuition, not a claim of academic authority. Peer scrutiny is invited and welcomed.

Journalism: Today there will be no news. Only tomorrow’s news

“Because when everything can be false, everything becomes true.
It’s Monday. He woke up early. The radio plays music, but it doesn’t mention that the city’s traffic is completely gridlocked, strangled by a fallen tree. During the night there were strong winds, but the absence of information makes the event nonexistent. Eventually, he arrives at work and notices that everyone is wondering what might have happened, lamenting that no one warned them.

Cava de Viriato: O segredo evidente

(Nota: Artigo de opinião publicado em 2021 para a revista Bica)
A recente publicação de um documentário acerca dos mistérios da Cava do Viriato em Viseu e da eventual nova linha de investigação que contraria a teoria da fortificação que sempre vingou levam-me a partilhar aquilo que foi a minha investigação baseada na curiosidade. Sim…essa curiosidade já me assolou!

The distribution Masterstroke: Why Netflix’s AMC pivot trumps the Warner acquisition and deliver AMC 1B+/year

Can AMC with the right strategy see its market value boosted from 600M to +10B?
The recent withdrawal of Netflix from the bidding war for Warner Bros. Discovery (WBD) marks a definitive turning point in the “Streaming Wars.” Netflix now has the unique opportunity to transition into a vertically integrated entertainment ecosystem by acquiring AMC Theatres. By converting digital subscribers into physical patrons through a “Zero-Friction” entry model, Netflix can solve its churn problem and turn a struggling infrastructure into a high-margin profit engine.

A IA não é uma bolha que rebenta — é uma gota que se infiltra

“Se há algo que pode estourar, não é a IA — é a ilusão de que tudo continuará como antes”, escreve Bernardo Mota Veiga, que compara o modelo de negócio da Inteligência Artificial com o do início da Internet para concluir que ele é muito diferente. “O risco da IA não é sobre se vai ter clientes — é sobre se vai ter produto. Quem tiver produto, terá clientes dispostos a pagar por mês, por ano, por click ou por byte”, escreve. “O cliente já não é um alvo estatístico — é um utilizador com agência, disposto a pagar por soluções”

O ouro já não é ouro e a bitcoin já não é bitcoin

Por ano, são produzidas cerca de 3610 toneladas de ouro. Destas, 380 vêm da China, 330 da Rússia, 284 da Austrália, 158 dos Estados Unidos, 202 do Canadá, seguindo-se Gana, México, Indonésia, Peru e Uzbequistão na casa das 140 toneladas, e restantes países abaixo, entre os quais o Brasil com 84 toneladas. Mas quando olhamos para as reservas […]

Viseu: houvesse uma estratégia e o mundo seria nosso

O problema não está nos projetos em si — está na ausência de uma visão que os articule. Um mega-complexo desportivo, um centro de espetáculos, um plano de industrialização, ou uma aposta na mobilidade aérea só fazem sentido se estiverem alinhados com uma estratégia clara para a cidade. Sem isso, são peças soltas num puzzle que nunca se completa.

Lição 10 | O Segredo proibido: A minha única regra de investimento que os especialistas podem não querer que você saiba

Este artigo de opinião é o décimo e último de uma série sobre estratégia financeira publicada durante agosto. Não se pretende convencer ninguém, mas apelar à reflexão num período em que tendemos a pensar sobre os caminhos que estamos a percorrer. O mais importante é o pensamento crítico, a paragem para a análise e constatação do que estamos a fazer conscientemente bem ou inconscientemente mal. Nos artigos anteriores abordei sobretudo o tema da criação de valor. O dinheiro vale por aquilo que consegue comprar, e o que o dinheiro consegue comprar vale pelo valor que dá à nossa vida. Também já abordei no último artigo o racional para investir. Neste artigo tentarei atirar a lança mais para a frente, para a zona da reforma, aquela fase dourada que para tantos parece mais a fase do ferro enferrujado.